14 de fev. de 2011

DOCE


Desaguando no seco do quarto quente
Rente, bem rente ao próximo passo

Cortejando a beleza da liberdade, a partilha da individualidade, a força, a força

Sensibilidade à flor da pele. Sempre.

Mesmo quando se está mais pedra do que água. Mais sal do que doce. Mais seco do que cedo.
Tá cedo.
Vem vai, vem vai...

Apaga o sofrer, não seca as lágrimas:

Bebe, brinda, brinca!

Vem vai, vem vai...
Lá do lado doce da vida,
do lado que enjoa , do lado que engorda, do lado que amadurece, goza e alimenta

Vai vem, vai e vem...
Pro lado do sal da vida, que tempera, que sobe a pressão.

Café forte e com açúcar

Salada leve e com sal

Só mais um pouquinho,
só mais um,
um pouquinho,
só,

um.
Pouquinho, só mais um. E que seja doce.


14/02/2011

2 comentários:

  1. E será! Há de ser agridoce como penso que é a tal da felicidade! Só pode dar certo... tudo aqui é uma experiência boa, ou ao menos necessária. E nessa mistura, só posso concluir que é tudo para o nosso bem!

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